Aprendemos que a liderança não é necessariamente um dom. Com método e persistência podemos desenvolver habilidades e técnicas gerenciais que, uma vez aplicadas e orientadas para servir, ensinar e aprender, em muito nos auxiliarão no alcance de nossos objetivos.
O uso sistemático das ferramentas de gestão podem lançar luz para melhor compreendermos o dinâmico processo de concessão de crédito. Em se tratando em essência de questão de confiança, exige uma postura responsável por envolver uma negociação que deve ter início na crença de que os interesses das partes não são necessariamente antagônicos.
Despido de "pré conceitos" deve o Gerente de Negócios liderar o processo uma vez que disponha do adequado preparo gerencial. Sempre observando a boa técnica bancária, deve fazer uso de todos os recursos ao seu alcance, ter claro qual o objetivo a que se destina o crédito, qual sua fonte de pagamento e o quão sustentável ao longo do tempo demonstra ser, atentando para os aspectos de segurança, liquidez e rentabilidade de cada operação.
Seja concedendo, reformando ou recuperando créditos, cada processo deve ser entendido como único.
Bons negócios e boas negociações exigem uma liderança cuidadosa na preparação de bons argumentos, visão estratégica, conhecimento do negócio, do cliente e dos contextos que cercam as partes. A persuasão só é de fato vitoriosa quando reconhecemos virtude e limitações e se dispõe de flexibilidade para se colocar na posição do outro, considerando o maior número de alternativas possíveis e, para tanto, saber ouvir é questão central não só para viabilizar determinado negócio como também para potencializar outros futuros, perenizando e fidelizando o relacionamento com o cliente.
Coletânea de artigos, idéias, fotos, estudos, pensamentos, reflexões e diário de bordo de Fernando Miguez e Mácia Cirlene.
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domingo, 12 de outubro de 2008
sábado, 11 de outubro de 2008
Os 5 Estágios de uma Carreira
Existem cinco estágios em uma carreira.
O primeiro estágio é aquele em que um funcionário precisa usar crachá, porque quase ninguém na empresa sabe o nome dele.
No segundo estágio, o funcionário começa a ficar conhecido dentro da empresa e seu sobrenome passa a ser o nome do departamento em que trabalha. Por exemplo, Heitor do Patrimônio.
No terceiro estágio, o funcionário passa a ser conhecido fora da empresa e o nome da empresa se transforma em sobrenome. Heitor do banco tal.
No quarto estágio, é acrescentado um título hierárquico ao nome dele: Heitor, gerente do banco tal.
Finalmente, no quinto estágio, vem a distinção definitiva. Pessoas que mal conhecem o Heitor passam a se referir a ele como 'o meu amigo Heitor, gerente do banco tal'. Esse é o momento em que uma pessoa se torna, mesmo contra sua vontade, em 'amigo profissional'.
Existem algumas diferenças entre um amigo que é amigo e um amigo profissional. Amigos que
são amigos trocam sentimentos. Amigos profissionais trocam cartões de visita.
Uma amizade dura para sempre. Uma amizade profissional é uma relação de curto prazo e dura
apenas enquanto um estiver sendo útil ao outro.
Amigos de verdade perguntam se podem ajudar. Amigos profissionais solicitam favores. Amigos
de verdade estão no coração. Amigos profissionais estão em uma planilha.
Amigos profissionais são necessários. Amigos de verdade, indispensáveis.
Algum dia e, esse dia chega rápido, os únicos amigos com quem poderemos contar serão aqueles poucos que fizemos, quando amizade era coisa de amadores.por, Max Gheringer
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