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quinta-feira, 23 de abril de 2009

Todo Mundo

“... falou o que todo mundo” queria falar; Todo mundo? “Todo mundo” é uma ficção populista

Por Reinaldo Azevedo.


Racismo

Apelar a questões raciais é nada mais do que uma forma de vencer um debate ou confronto intelectual mesmo sem ter razão.

Por Reinaldo Azevedo



quarta-feira, 22 de abril de 2009

Terremoto

O Centro Sísmico Nacional enviou à polícia da cidade de Icó, no Ceará, uma mensagem que dizia:

“ Possível movimento sísmico na zona. Muito perigoso, superior Richter 7. Epicentro a 6km da cidade. Tomem medidas. Informem resultados com urgência”.

Após uma semana, foi recebido no Centro Sísmico Nacional um telegrama que dizia:

“Aqui é da Polícia de Icó. Movimento sísmico totalmente desarticulado. O tal Ritcher tentou se evadir, mas foi abatido a tiros. Desativamos as zonas. As putas tão todas presas. Epicentro, Epifânio e outros três cabra detidos. Não respondemos antes porque houve um terremoto da porra aqui.”

Anônimo (mas muito boa!)


segunda-feira, 20 de abril de 2009

Sobre sonhos e sucesso


Não conheço ninguém que conseguiu realizar seu sonho, sem sacrificar feriados e domingos pelo menos uma centena de vezes. Da mesma forma, se você quiser construir uma relação amiga com seus filhos, terá que se dedicar a isso, superar o cansaço, arrumar tempo para ficar com eles, deixar de lado o orgulho e o comodismo. Se quiser um casamento gratificante, terá que investir tempo, energia e sentimentos nesse objetivo. O sucesso é construído à noite! Durante o dia você faz o que todos fazem. Mas, para obter um resultado diferente da maioria, você tem que ser especial. Se fizer igual a todo mundo, obterá os mesmos resultados. Não se compare à maioria, pois infelizmente ela não é modelo de sucesso.

Se você quiser atingir uma meta especial, terá que estudar no horário em que os outros estão tomando chopp com batatas fritas. Terá de planejar, enquanto os outros permanecem à frente da televisão.Terá de trabalhar enquanto os outros tomam sol à beira da piscina. A realização de um sonho depende de dedicação. Há muita gente que espera que o sonho se realize por mágica. Mas toda mágica é ilusão e a ilusão não tira ninguém de onde está. Em verdade, a ilusão é combustível dos perdedores pois...

'Quem quer fazer alguma coisa, encontra um meio. Quem não quer fazer nada, encontra uma desculpa.'

por Roberto Shinyashiki


sábado, 18 de abril de 2009

Sobre pássaros

Prefiro passar minha vida junto aos pássaros ... do que jogá-la fora desejando ter asas.

House, quinta temporada  - Episódio 01



quarta-feira, 8 de abril de 2009

O delicado problema das cadernetas

Na entrevista que concedeu a esse jornal (5/4), o presidente do Banco Central (BC), Henrique Meirelles, levantou um problema delicado: a redução da taxa de juros e suas conseqüências sobre a remuneração dos investimentos.

"Não podemos ter uma queda para empréstimos e ao mesmo tempo dizer que não pode haver queda em alguns investimentos", afirmou o presidente do BC. Ele se referia à remuneração das cadernetas de poupança que, com a progressiva redução da taxa básica, está se tornando um sério problema já que em breve essa aplicação, que é isenta de Imposto de Renda, oferecerá uma rentabilidade líquida superior à de aplicações de prazo maior. Sabe-se que esse problema preocupa o presidente da República que, às vésperas de uma campanha eleitoral, não quer mexer nas cadernetas, que durante anos ofereceram remuneração muito baixa.

No entanto, é difícil admitir que uma aplicação totalmente líquida ofereça remuneração mais interessante do que uma aplicação de longo prazo. A conseqüência dessa anomalia seria o desvio daquelas aplicações para as cadernetas de poupança, o que privaria as instituições financeiras de recursos de longo prazo, afetando negativamente todo o sistema financeiro.

Criada em 1881, com a Caixa Econômica, a caderneta de poupança teve sua remuneração mudada segundo as variações da economia. Hoje, ela rende a Taxa Referencial (TR)mais 0,5% ao mês. Com a queda da Selic, para haver equilíbrio a TR precisaria ser fixada em 0%, o que dependeria de um Congresso pouco disposto a adotar uma medida contra os pequenos investidores. Outra solução seria definir o que é um pequeno investidor, que receberia remuneração plena, e limitar a remuneração para os grandes.

Parece difícil escapar da necessidade de uma modificação da legislação atual, a menos que o BC renuncie a reduzir progressivamente a taxa básica. Caberia ao presidente da República tomar essa decisão, usando seu poder de comunicação para explicar que se trata de uma medida indispensável e que favorecerá a todos que recorrem a empréstimos bancários. Os Estados Unidos oferecem títulos da dívida interna, com prazo de 30 anos e remuneração em torno de 3%. Se as cadernetas de poupança oferecerem 6% ao ano, com vencimento à vista, esta será uma boa remuneração, com a inflação a 4,5%.